Fique atento na hora de abastecer o carro!

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Esteja atento com a qualidade, quantidade e preço de todos os produtos oferecido.
Esteja atento com a qualidade, quantidade e preço de todos os produtos oferecido.

Abastecer o carro, por mais trivial que pareça, pode se tornar uma grande dor de cabeça. Combustível adulterado, bombas que entregam apenas 80% do que está sendo cobrado, pedir combustível comum e receber – e ser cobrado – pelo premium, essas e outras situações podem lesar a sua carteira e prejudicar o rendimento do veículo.

Como de bobo você não tem nada, confira a seguir algumas dicas listadas pelo Procon sobre cuidados necessários na hora de visitar um posto de combustível. Esteja alerta.

Desça do carro

Ao parar no posto, o ideal é que você saia do carro e preste atenção no tipo de combustível e no valor cobrado.

Tá quanto?

De acordo com normas da Agência Nacional do Petróleo (ANP), os postos são obrigados a informar os valores praticados na entrada, com placas, faixas ou totens. É primordial ver se existem restrições para os valores anunciados, como horário, forma de pagamento ou alguma bomba específica.

É importante sempre pedir nota ou cupom fiscal, e ao pagar com cartão, recomenda-se conferir se os valores cobrados estão corretos.

Confiança é tudo

Vamos ao óbvio: abasteça em posto de sua confiança. Confira o rendimento do combustível e veja se está de acordo com o consumo médio do seu veículo. É importante ter em mente que não apenas o combustível pode ser adulterado, a quantidade também pode ser enganosa – algumas bombas podem abastecer até 20% a menos do que é cobrado por litro.

Sempre que possível verifique se a bomba contém o selo do Inmetro e se possui lacre para evitar a instalação de dispositivos fraudulentos. Os postos devem manter a nota fiscal da compra do combustível e quando ele tiver bandeira só poderá vender combustíveis da mesma marca.

Olho no etanol

Observe o nível do densímetro (aquele tubinho transparente por onde passa o combustível), nele você pode notar o quanto de água tem naquele combustível. O limite permitido pela ANP é de 5% de água, mais do que isso significa tramoia. Olho na cor também, o etanol tem que ser limpinho, sem impurezas. Se estiver alaranjado, denuncie porque está irregular.

Gasolina também precisa de cuidado

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Teste da proveta para gasolina durante fiscalização do Procon.

Se você notar algo de errado na gasolina, peça um “teste da proveta”. É seu direito. Esse teste medirá o percentual de etanol misturado à gasolina, que deve ser de 27% em gasolina comum e 25% na premium, segundo a ANP. Esteja sempre atento se o tipo de gasolina que você pediu é o que está lhe sendo entregue e lembre-se que gasolina tem validade, até três meses no depósito do posto. Desconfie se tentarem te empurrar um tipo específico, pode estar vencido ou perto de vencer.

Fluídos, lubrificante e aditivos

“Senhor, o óleo tá baixo,” afirmou o frentista, e você, esperto como é, sabe que, salvo algum vazamento no carro, isso é bastante improvável. Muitos funcionários recebem comissão pela venda de produtos do posto. Consulte o manual e veja quando deve realizar a troca. Esteja atento também às datas de validade dos produtos oferecidos e se os preços estão anunciados nas prateleiras.

O engenheiro mecânico e professor do departamento de engenharia mecânica do Instituto Mauá, Celso Argachoy, alerta aos motoristas sobre a importância de observar o prazo de validade dos produtos automotivos. Em especial, óleos lubrificantes, fluídos de freio e aditivos, que após o vencimento absorvem a umidade e perdem suas características.

Argachoy alerta principalmente sobre o risco do vencimento do fluído de freio que absorve umidade e se degrada, causa oxidação das peças e forma bolhas de ar. “Com a formação das bolhas, a resposta do freio fica comprometida e o acionamento do pedal não terá a mesma resposta. O motorista terá que aplicar mais força, prejudicando tanto o tempo de resposta quanto no espaço percorrido pelo veículo até a frenagem total”, alerta.

Telefones para denúncia

Procon-SP: 151

IPEM: (11) 3581-2000

ANP: 0800 970 0267

 

 

Fonte: AutoEsporte

 

Qual o segredo de fazer seus pneus durarem mais?

Legislação

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Não há milagre para o pneu ter vida mais longa: basta manutenção adequada e atenção com o modo de dirigir. Mas você sabe como fazer isso?

 

Eles fazem todo o serviço pesado. Sustentam o carro, caem em buracos, encaram asfalto quente, passam sobre pedras… Os pneus foram feitos para suportar tudo isso e muito mais. Às vezes, eles chegam aos 60 000 km em condições saudáveis, em outras podem estar em frangalhos antes dos 40 000 km. Quer saber o segredo para eles durarem mais? É só ler abaixo para descobrir como algumas medidas simples podem garantir maior segurança e economia.

Trabalhando pressionado

Não é todo mundo que aguenta trabalhar sob pressão. Mas com pneu é diferente. Ele necessita da pressão, desde que seja a correta. Cada veículo tem sua calibragem especificada pelo fabricante. As fábricas estimam que 10% abaixo da indicada significará redução de 5% na vida útil. Se estiver 20% abaixo do ideal, a expectativa de vida cai 16%. Rodando 30% mais murcho, ele pode durar 33% a menos. E, como pressão correta é fundamental para a estabilidade, não deixe de verificá-la semanalmente, ou a cada vez que for abastecer o automóvel. Essa checagem deve ser feita com os pneus frios, porque o aquecimento gerado pelo movimento eleva a pressão interna e altera a medição.

Todo carro traz a informação sobre a calibragem correta a ser utilizada. Ela aparece em algum lugar da carroceria (às vezes no batente da porta do motorista, às vezes na tampa do tanque de combustível) e no manual do proprietário. Há casos em que o fabricante recomenda pressão diferente nos dianteiros e nos traseiros. Na dúvida, o manual do proprietário é lei. Pressão demais tende a desgastar a parte central da banda de rodagem e até provocar rachaduras no fundo dos sulcos. Já a calibragem muito baixa aumenta o desgaste nas bordas da banda de rodagem (ou ombros). Em ambos os casos, o resultado é redução da vida útil, sem falar em perda de estabilidade e risco de estouros – principalmente em caso de pressão muito baixa e choque contra buracos.

Rodízio

Cada fabricante determina um prazo ideal para o rodízio entre os pneus. Sua função é uniformizar o desgaste entre os dianteiros e os traseiros. Em função do peso do veículo (em geral concentrado na frente) e da tração (também dianteira na maioria dos casos), os pneus frontais costumam sofrer três vezes mais desgaste que a dupla que roda atrás. Por isso, na média recomenda-se a troca de posições a cada 10 000 km. Mas convém consultar o manual em busca da recomendação oficial.

Andando alinhado

Sabe quando você solta o volante e o carro puxa para um lado? É sintoma de direção desalinhada, que abrevia a vida útil do pneu. Quando isso ocorre, ele está sendo mais sobrecarregado que o outro. O sintoma é desgaste acelerado e desigual. Em condições ideais, as rodas dianteiras devem estar exatamente paralelas, nem convergentes nem divergentes. No primeiro caso, traçando-se uma linha imaginária, em algum ponto elas se cruzariam (ponto de convergência). No segundo, cada uma iria para um lado. Ambas são situações indesejáveis. Se uma estiver em linha reta e a outra torta, certamente um dos pneus estará sendo “lixado” por causa do maior atrito com o solo. Cambagem incorreta também acelera o desgaste nos ombros: normalmente, a roda forma um ângulo de 90 graus em relação ao piso, mas cada projeto de automóvel tem uma especificação. Se a falha não for corrigida, os pneus podem ter muita borracha numa determinada área da banda de rodagem e estar carecas em outra. Se for assim, é o fim da linha para ele. A direção está vibrando? Então as rodas devem estar desbalanceadas. Além do desconforto ao volante, isso pode ocasionar desgaste irregular na banda e até danificar peças do sistema de direção. Por isso tudo, faça alinhamento e balanceamento em média a cada 10 000 km.

Vá com calma

A forma de dirigir também influencia na durabilidade do pneu. O segredo é ter um pé calminho, calminho, seja no acelerador, seja no freio, pois acelerações bruscas e frenagens fortes aumentam o desgaste. Se você tiver um carro com controle de tração (que impede as cantadas nas arrancadas) e freios ABS (não deixam as rodas travarem), pode comemorar, pois eles diminuem o consumo dos pneus nesse estilo de direção agressiva – mas não anulam o desgaste. Portanto, suavidade ao volante é a melhor forma de cuidar do pneu. Um cuidado importante é antecipar o momento de frear, utilizando a pressão moderada no pedal e ficando de olho nos semáforos e nos carros que estão bem mais à frente. Assim, você não será surpreendido por uma situação que exige uma frenagem forte. Melhor para a vida útil do pneu e para sua segurança.

Atenção onde para

Se é importante tomar cuidado ao dirigir, estacionar também exige atenção. Evite parar com o pneu esterçado contra a guia, porque esse contato pode até resultar em corte na borracha. Pelo mesmo motivo, procure manter distância da sarjeta, para não raspar a banda lateral. Fique também longe de marcas de óleo. Além do risco de perda de estabilidade ao sair, o óleo ataca a borracha.Prestando atenção em todos esses detalhes, os pneus poderão ser utilizados com segurança até que os indicadores de desgaste (as letras TWI na lateral) fiquem rentes à superfície da banda de rodagem. Isso é o sinal de que os sulcos alcançaram a profundidade mínima (1,6 mm) e que os pneus podem, então, se aposentar por tempo de serviço, não por acidente de percurso.

 

Fonte: QuatroRodas

Consequências da manutenção incorreta em uma Chevrolet – S10

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A manutenção incorreta ou a falta da mesma, trouxe impurezas no diferencial do carro que, futuramente poderiam se espalhar em engrenagens, coroa e pinhão, causando riscos maiores para o veículo. Foi necessário fazer uma limpeza dos componentes.

O seu carro sofre desgastes no dia a dia, não é mesmo? E como garantir que não aconteça nenhum problema e que o automóvel não o deixe na mão? O principal segredo de quem evita os contratempos é justamente a prevenção. É aí que entra a importância da manutenção preventiva do carro – ainda mais para quem enfrenta diariamente o trânsito como o de São Paulo.

Esse tipo de cuidado garante algumas vantagens aos motoristas prevenidos e à população em geral. Afinal de contas, o bom funcionamento do veículo é necessário para dar segurança e ajuda na preservação o meio ambiente.

Em principio, a substituição de uma ou duas peças do carro pode parecer pouca coisa. Mas, no geral, ela é capaz de proteger todo o sistema do veículo, economiza dinheiro com possíveis quebras e consertos, e – o principal – reduz o risco de acidentes em até 30%, alcançando uma média de 12 mil acidentes fatais a menos no trânsito brasileiro.

Riscos da roda de liga leve, veja:

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Fazer um conserto inadequado ou comprar marcas falsificadas são os perigos que cercam a roda de liga leve. Veja como não cair nessa:

 

Raspou a roda do carro no meio-fio? Passou num buraco à noite? Se sua primeira tentação é procurar uma loja especializada para reparar o amassado ou a rachadura, saiba que nem sempre vale a pena. Às vezes, o conserto pode comprometer a segurança, pois há o risco de o pneu perder pressão repentinamente, fazendo com que o motorista perca o controle.

Foi o que ocorreu com o Land Rover Range Rover em que viajava o cantor sertanejo Cristiano Araújo, morto em junho do ano passado. De acordo com o laudo do Instituto de Criminalística de Goiás, a causa do capotamento foi a ruptura de soldas feitas na roda traseira direita: com o rompimento, o pneu foi cortado. A perícia descobriu que o aro, que não era original do veículo, apresentava dez pontos de solda, feitos com material de baixa qualidade.

O caso só reforça a importância de pensar duas vezes antes de autorizar o conserto. Quando há, por exemplo, uma trinca no tambor (parte que recebe o ar do pneu), a qualquer momento pode haver perda de pressão, causando um acidente. Essa é uma das situações em que o dano não é visível. Só desmontando o conjunto em oficina ou borracheiro que se nota o problema. O carro, porém, costuma dar sinais, como o volante que trepida ou puxa para um lado. Segundo especialistas nesse tipo de serviço, o limite para realizar o reparo de uma trinca na região do tambor é de no máximo 2 milímetros.

Na dúvida, troque!

Outra situação comum é a rachadura ocorrer nos raios da roda, o que também pode comprometer a estrutura do aro e a segurança. Geralmente, quando a avaria supera os 5 milímetros, não há o que fazer. É de partir o coração (e o bolso), pois uma roda de liga leve custa no mínimo R$ 800. É por isso que, nos aros  de aço, que custam a partir de R$ 100, dificilmente o conserto vale a pena – o reparo varia na média de R$ 50 a R$ 200. Se houver dúvidas, opte pela troca.

Antes de decidir pelo reparo, o técnico precisa submeter a roda a medições para verificar a extensão do dano e até passá-la por um exame de ultrassonografia para detectar fissuras invisíveis a olho nu. Quando for possível, o conserto pode ser feito por vários métodos. Um deles é o desempeno, por gabarito (ela é colocada num torno para ser desamassada manualmente) ou hidráulico (uma máquina recupera as medidas originais). Em ambos, a peça não é submetida a altas temperaturas, o que afetaria as propriedades físicas do material. É o que ocorre quando ela é desentortada com um maçarico, método mais desaconselhável. O reparo por solda não chega a ser um grande problema, desde que feito por um profissional treinado e dentro das normas técnicas. Já riscos e arranhões simples, que só comprometem a estética, são facilmente recuperáveis, com o uso de produtos abrasivos e um bom polimento.

Falsificação

Além do conserto inadequado, as rodas podem sofrer de outro mal que afeta a segurança do motorista: a falsificação, que atinge principalmente as marcas mais conceituadas. É o caso da alemã BBS, que chegou até a acionar a polícia para investigar um esquema montado para importação de rodas iguais às originais na aparência, mas de qualidade bem inferior.

O maior perigo do produto pirata é o risco de quebra com o veículo em movimento. Por isso, é bom ficar de olho em número de série ou selo de autenticidade. Se houver qualquer dúvida, ligue para o fabricante ou representante no país para conferir se o produto é verdadeiro. No entanto, há um método mais simples para detectar falsificações: o preço baixo demais. Uma boa roda de liga custa na média de R$ 1.500 a R$ 2.000, mas não é raro chegar a R$ 10.000 a unidade, no caso das importadas que equipam os esportivos.

Ao escolher uma roda, alguns vendedores recomendam que se manuseie a peça para verificar seu peso menor. Não funciona. É fato que o aro de liga é 15% mais leve, na média, que o de aço, mas está longe de ser uma regra. Como o principal fator de compra da roda de liga é o design, ela pode ter um desenho muito sofisticado ou ser mais reforçada para evitar quebras, o que pode deixá-la mais pesada que a versão comum.

 

Fonte: QuatroRodas

Multa por esquecimento de CNH poderá deixar de existir!

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Porte do documento do licenciamento anual também deixará de ser obrigatório.
Porte do documento do licenciamento anual também deixará de ser obrigatório.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8022/14. Ele impede a aplicação de multa e a retenção do veículo caso o motorista não esteja com a carteira de habilitação e o licenciamento anual. De autoria da ex-deputada Sandra Rosado e da deputada Keiko Ota (PSB-SP), o projeto justifica que não faz sentido punir o condutor pelo simples fato de esquecer os documentos, quando essas informações já podem ser consultadas em banco de dados informatizado.

Segundo a proposta, quando não for possível para o agente de trânsito realizar a consulta online das informações do veículo ou condutor, o auto de infração será cancelado caso o condutor apresente, em até 30 dias, o documento ao órgão de trânsito responsável pela autuação. Assim, o motorista não terá pontos computados em sua carteira.

De acordo com a aprovação feita pelo relator da Comissão, o deputado Diego Andrade (PSD-MG), será exigida apenas apresentação de algum documento de identificação oficial (como o RG) para ser beneficiado pela medida. O texto ainda precisa ser analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

 

Fonte: QuatroRodas