Teste da relação entre Velocidade x Consumo:

Matérias
    Entenda como a velocidade afeta seu bolso. Reduzir o tempo de viagem em 33% pode significar um aumento de 103% no gasto com combustível.

1

Este é um teste tão diferente quanto os quatro carros convocados para protagonizá-lo: Fox 1.0 três-cilindros (82 cv), Grand Siena 1.6 (117 cv), Fusion 2.0 turbo (240 cv) e Azera 3.0 V6 (250 cv). A ideia da reunião: descobrir o quanto o aumento da velocidade de cruzeiro influencia na elevação do consumo e, consequentemente, dos gastos com combustível.Read more

As verdades e mitos sobre Embreagem:

Matérias
Entenda o que é fato e o que é lenda no acionamento do pedal esquerdo

1

A embreagem realiza o acoplamento do motor com o câmbio e garante a transferência homogênea de torque, facilitando também a mudança de marchas. Seu uso em carros manuais, através do pedal esquerdo, é cercado de mitos e questões que geralmente vieram lá do passado. Vamos tentar respondê-las nos tópicos abaixo.Read more

Veja sete pecados capitais que prejudicam o seu carro:

Matérias
Prolongue a vida de seu automóvel, fique longe dos vícios listados a seguir:

1

Se no passado não eram poucos os carros que ferviam ao menor sinal de congestionamento, hoje eles rodam milhares de quilômetros sem apresentar grandes problemas. Mas um fato não mudou: a forma de dirigir afeta diretamente a durabilidade do veículo e os custos de manutenção. Conheça os sete pecados que você pode cometer ao volante sem perceber e que causam desde um leve desperdício de combustível a uma quebra de câmbio automático.

2

Pegar no batente

Ao manobrar, é comum segurar a direção hidráulica no fim do curso. Nesse momento, pode-se ouvir a bomba da direção chiando e até mesmo a correia. Não adianta ficar forçando o volante no batente, pois as rodas já estão esterçadas ao máximo. Isso apenas desgasta a bomba da direção e reduz sua vida útil. Ao perceber que o volante está no fim do curso, alivie a pressão e manobre normalmente. Seu bolso agradece.

3

Acelerar, não frear

Quando estão em um congestionamento ou semá­foro em uma ladeira, muitos motoristas acabam mantendo o carro automático parado usando apenas a força do câmbio, acelerando aos poucos. Isso jamais deve ser feito, pois aumenta a temperatura da caixa e acelera o desgaste dos materiais internos, provocando problemas nas válvulas solenoides e nos discos de acoplamento. No futuro, a transmissão pode começar a patinar ou dar trancos nas trocas de marcha.

Por causa desse mau hábito, você pode ter de mandar abrir o câmbio para fazer um conserto. Não vai sair por menos de 1.000 reais (para trocar as válvulas) e pode passar dos 15.000 reais (se a caixa for substituída). A dica também vale para a transmissão manual. Segurar o carro em aclives só com a aceleração aumenta o desgaste do disco de embreagem. O correto nas duas situações é sempre deixar o pé no freio ou manter o freio de mão acionado enquanto o veículo estiver parado.

4

Ter ligações perigosas

Quando a carga da bateria acaba, o normal é fazer a popular “chupeta”, ou seja, transferir energia de outro veículo por meio de cabos auxiliares. No entanto, se o seu automóvel tiver chaves codificadas, como a maioria dos veículos atuais, tome cuidado. Você deve retirá-la da ignição antes de conectar os cabos, pois há risco de queimar o chip eletrônico da chave.

Esse perigo é muito maior nas que não usam a haste metálica para dar a partida, como Renault Mégane, Mercedes, Volvo e importados premium, pois são mais sensíveis à sobrecarga. Nessa situação, o custo de uma nova chave pode passar de 2.000 reais.

5

Forçar a barra

Nunca suba em calçadas sem rebaixamento do meio-fio. É um hábito que destrói ou abrevia a vida útil dos pneus, ainda mais se estiverem com baixa pressão. Dependendo do ângulo de entrada e da velocidade, os danos se estendem à direção e à suspensão. Se por uma emergência tiver de subir na calçada (para fugir de um alagamento ou acidente), faça-o sempre em baixa velocidade e entre perpendicularmente, tocando ao mesmo tempo as duas rodas no meio-fio.

Por falar em pneus, vale lembrar que mantê-los calibrados é o melhor recurso para fazê-los durar mais e economizar dinheiro. Pneus murchos aumentam o consumo de combustível em até 20%, além de acelerar seu desgaste.

6

Parar sem freio

Não deixe um carro automático estacionado na posição P sem o freio de mão acionado. Isso força a trava do câmbio, pois todo o peso estará apoiado nela – não projetada para o esforço –, provocando dificuldades de engate posteriormente. O ideal é colocar a alavanca na posição N, puxar o freio de mão, soltar o pedal de freio para se certificar de que o automóvel está totalmente imobilizado e só depois pôr a alavanca em P. O mesmo vale para a transmissão manual, a fim de evitar danos na engrenagem da marcha engatada.

7

Relaxar no câmbio

Alavanca de câmbio manual só serve para trocar as marchas, não para descansar a mão quando está num congestionamento. O péssimo hábito desgasta aos poucos o trambulador, peça que faz a comunicação da alavanca com o câmbio. Em alguns automáticos, como nos BMW mais novos, pode surgir uma folga na alavanca ou problemas nos contatos.

E nada de descansar levemente o pé no pedal de embreagem ao dirigir, um vício que desgasta o disco de embreagem. Isso diminui sua vida útil em até 50%, dependendo da pressão no pedal. A mesma dica se aplica a quem não pressiona o pedal de embreagem até o fim do curso ao trocar a marcha: desgastará o disco em excesso sem perceber.

8

Acelerar ao desligar

Ainda tem gente que costuma dar uma última acelerada antes de desligar o motor. É um mito que vem da época do motor de dois-tempos, no qual o óleo era misturado ao combustível. Acreditava-se que assim as paredes dos cilindros estariam mais lubrificadas e facilitariam a partida no futuro. Outros acreditavam que no motor de quatro tempos o excesso de combustível ficaria na câmara e ajudaria na combustão no próximo uso.

Com a injeção eletrônica, nada disso faz sentido. O procedimento só desperdiça combustível. Em alguns modelos com motores turbo, ainda há o risco de a última acelerada interromper a lubrificação da turbina antes de ela parar de girar. A lógica vale também para o hábito que muitos têm de manobrar o veículo dando várias aceleradas. Puro desperdício.

 

Fonte: QuatroRodas

Veja 5 tipos de higienizar seu carro:

Matérias

O preço dos serviços varia de acordo com o tamanho do veículo.

higienizacao-de-carro

Uma estrada de terra ou uma chuva mais forte podem ser o suficiente para sujar o carro, além de prejudicarem a pintura. Para conservar o veículo e mantê-lo no melhor estado possível para andar pelas ruas, a limpeza é essencial. No entanto, a probabilidade de ficar na dúvida com os catálogos das empresas que oferecem esse tipo de serviço é grande.

Além das diversas opções de higienização disponíveis por aí, os preços variam muito, principalmente de acordo com o tamanho do automóvel. Pensando na grande variedade de serviços de limpeza oferecida, separamos cinco tipos que vão além da lavagem convencional.

Veja abaixo:

1. Lavagem a seco
Também conhecida como lavagem ecológica, ajuda na manutenção do interior e da pintura do carro, já que cria uma película protetora que dificulta a aderência da sujeira.

Preço: entre R$ 50 e R$ 120

2. Lavagem com água e snow foam
Nessa opção já se utiliza uma quantidade mínima de água – no caso, da WashUp, são apenas dois baldes – e uma espuma de pré-lavagem (snow foam) para reduzir a sujeira. O serviço serve também como etapa anterior ao procedimento de polimento e deve ser realizado anualmente.

Preço: entre R$ 120 e R$ 200

3. Lavagem a vapor
A lavagem a vapor é recomendada para a manutenção da pintura e do interior do carro e pode ser feita a cada seis meses. Caso queira vender seu veículo, uma lavagem a vapor detalhada é recomendada.

Preço: entre R$ 60 e R$ 120; entre R$ 150 a R$ 300 (detalhada)

4. Purificação de ar
O nome é auto explicativo; se você quer se livrar de um cheiro desagradável, este é o serviço certo. Por meio da ação do ozônio, ele tira cerca de 90% dos micro-organismos que poluem o interior do carro.

Preço: entre R$ 100 e R$ 120

5. Higienização
Este processo é o mais completo. Além de lavar e aspirar, busca limpar profundamente porta-malas, bancos, painéis, etc. Como é um serviço mais detalhado e, portanto, mas caro, a DryWash o recomenda apenas em casos mais extremos.

Preço: R$ 500 em média

 

Fonte: AutoEsporte

Vale a pena financiar o carro ou investir?

Matérias
• O que vale mais a pena? Financiar o carro ou investir por 5 anos?

1

Pagar juros ou ganhar juros? O que vale mais a pena na hora de planejar seu carro novo?

Você quer comprar um carro, mas não tem dinheiro suficiente para pagar à vista e, por isso, precisa recorrer a um financiamento. Já se perguntou se seria mais vantajoso aplicar seus recursos, em vez de assumir uma dívida, e esperar um pouco mais para ter o veículo?

Financeiramente, sim, seria mais vantajoso. Pelo menos é o que mostrou uma simulação feita pelo assessor econômico Fábio Pina, da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

De acordo com os cálculos, se você almeja comprar um veículo de 60 mil reais e optar por um financiamento de 48 mil reais em 60 meses (5 anos), com entrada de 12 mil reais e parcelas iguais de 1.219 reais, com taxa de juro real de 1,5% (supondo que a inflação seja zero para que tudo seja comparável ao longo dos anos), no final da operação teria gasto 85.133 reais.

Além dos 48 mil reais necessários para adquirir o veículo desejado, você pagaria uma quantia extra de 37.133 reais. Com este dinheiro, seria possível comprar outro carro usado —que custa em média 30% a menos que um veículo novo depois de cinco anos.

Por outro lado, se em vez de assumir um empréstimo você aplicasse os 12 mil reais de entrada e as 60 parcelas de 1.219 reais (mês a mês) por cinco anos, com uma remuneração mensal de 0,5% real (ou acima da inflação e, portanto, acima da correção média do preço dos automóveis), o resultado seria de 101.653 reais —ou 41.653 reais acima do valor do carro (60 mil reais).

Isso significa que, ao trocar o financiamento pela aplicação de cinco anos, você deixaria de pagar 37.133 reais a mais pelo veículo e ganharia 41.653 reais.

“O lado ruim é que você teria que esperar cinco anos para comprar o carro. Mas a ideia da simulação é exatamente mostrar que, com planejamento financeiro, é possível trocar o consumo presente pelo consumo futuro, levando uma boa vantagem com isso”, diz Pina.

Sempre de carro zero

Se você reaplicasse o valor que ganhou com o investimento e continuasse aplicando também as eventuais parcelas do financiamento de um novo carro, depois de cinco anos teria dinheiro suficiente para comprar um automóvel zero quilômetro e acumularia um ganho financeiro ainda maior (se mantivesse o padrão do veículo em 60 mil reais).

Fazendo essa operação sucessivamente ao longo dos anos, após adquirir seu 11º automóvel, o ganho financeiro total estaria acima de 500 mil reais, segundo os cálculos da Fecomercio. Isso representa quase nove vezes o valor do carro zero (60 mil reais). Veja a simulação abaixo.2

“Quem optar pela aplicação constante dos recursos que seriam destinados ao financiamento, poderá estar sempre de carro novo e com dinheiro no bolso”, afirma o assessor econômico da Fecomercio. “O brasileiro vê se o juro cabe no bolso dele e aceita pagá-lo, sem ver o quanto de dinheiro pagará a mais no final do financiamento. Por que perder dinheiro pagando juros se é possível ganhar os juros ao longo do tempo e, ainda assim, comprar seus bens?”, completa Pina.

Segundo o especialista, é sempre melhor ter liquidez do que não ter. “Quando você tem dinheiro na mão, tem mais alternativas. Pode usá-lo para viajar, estudar ou simplesmente para não passar sufoco quando surge um imprevisto. Já quando você não tem dinheiro, fica sem alternativa, refém da liberação de crédito no mercado e pagando juros altos”, diz.

Para a estratégia ter sucesso é preciso ter disciplina e comprometimento para investir o valor mensalmente. E, para fazer a conta de quanto deverá guardar e aplicar por mês, olhe para o seu orçamento. Estabeleça um valor fixo por mês que você pode guardar e que não comprometa uma parcela considerável de seu salário.

Fonte: QuatroRodas